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A civilização trouxe-nos regalias e concede-nos direitos que temos de defender e alargar, entre eles, os maiores e os mais distintos são, sem discussão, os direitos da criança.

Bissaya Barreto

Casa do Pai - Centro de Acolhimento Temporário para Crianças e Jovens em Risco

A Casa do Pai é um Centro de Acolhimento Temporário para crianças e jovens em situação de risco/perigo, por carência sócio-afetiva grave, abandono, maus tratos e/ou negligência, encaminhadas pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo e pelos Tribunais.

Missão e Valores

Em contexto institucional, proteger, reparar, cuidar e educar crianças, com passados marcados por vazios afetivos, maus tratos, negligência e abuso, assumem-se como tarefas de responsabilidade e entrega profissional exigentes. A prestação de cuidados de qualidade passa não só por oferecer a cada criança adequadas condições de acolhimento, como pelo estabelecimento de relações equilibradas e individualizadas com cada uma delas. 

Pugnando pela defesa dos direitos e do superior interesse das crianças acolhidas, a Casa do Pai associa à prestação de cuidados terapêuticos, de proteção, de educação e de bem-estar biopsicossocial, especial atenção na definição do mais adequado projeto de vida, procurando, em tempo útil, transformar o período de acolhimento institucional numa oportunidade de reparação e de construção pessoal.

A Fundação assume a educação pré-escolar/escolar das crianças institucionalizadas e à sua guarda, garantindo, sempre que possível, a sua admissão e frequência nos seus estabelecimentos educativos, Casa da Criança Maria Granado e Colégio Bissaya Barreto.

Capacidade de Acolhimento

12 crianças, de ambos os sexos, entre os 6 e 12 anos de idade. 

Admissão na Casa do Pai

São admitidas crianças com Acordo de Promoção e Protecção e Medida de Acolhimento Institucional, preferencialmente, oriundas do distrito de Coimbra e com mais de 6 anos de idade, podendo ser acolhidas crianças mais novas, a título excecional.

Em resposta ao pedido de acolhimento, é realizada uma avaliação pela equipa técnica da Casa do Pai, a fim de se aferir da sua capacidade de resposta face às necessidades específicas da criança e às condições/características do grupo residente.

A entrada num Centro de Acolhimento constitui um momento de rutura, de separação e/ou de perca do vínculo afetivo, de pontos de referência e de marcas de identidade, acompanhado por sentimentos de medo, de insegurança, de revolta e de angústia, pelo que o ingresso na Casa do Pai é, sempre que possível, precedido de uma visita da criança, na companhia da sua família, para conhecer a casa, familiarizar-se com o espaço físico, grupo de residentes e colaboradores, como forma de reduzir o impacto que tal circunstância provoca. 

Acompanhamento da Criança – Ser Único e Irrepetível, portador de uma História própria !

Princípios orientadores

Na interação e na comunicação com a criança procura-se:

  • Compreender as dúvidas/interrogações da criança, interpretá-las corretamente e responder de forma adequada. Tal pressupõe enquadrar as suas necessidades, as suas capacidades e o seu nível de desenvolvimento. Implica, ainda, o respeito pela sua individualidade, privacidade e história pessoal, bem como pelos seus interesses, gostos e preferências.
  • Estar disponível e emocionalmente próximo da criança, dispondo de tempo para poder criar interações lúdicas. O profissional deve manter com cada criança formas personalizadas de relação.
  • Potenciar a autonomia da criança, ensinando-lhe procedimentos para lidar com os problemas, valorizando os êxitos e promovendo a progressiva responsabilização e autonomia.
  • Mostrar valores, atitudes e comportamentos consistentes e coerentes, que sirvam de modelo à criança.
  • Promover a relação da criança com o seu grupo de pares.

Processo de saída e desvinculação da Casa do Pai 

A saída da Casa do Pai é uma decisão do Tribunal ou da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, sob proposta dos serviços competentes e pareceres técnicos. A Casa do Pai apresenta um parecer fundamentado, considerando a avaliação sistemática e contínua do plano individual de intervenção, os resultados alcançados, as condições familiares, o superior interesse da criança e, em determinadas situações, a sua vontade.

Condições  para propor a saída da criança da Casa do Pai

  • A criança e/ou a família terem alcançado os objetivos gerais estabelecidos no plano de intervenção individual.
  • Quando os motivos que conduziram ao acolhimento tiverem diminuído o suficiente ou se possa utilizar outros recursos que não suponham a separação familiar.
  •  No caso de não se terem atingido todos os objetivos propostos, mas a idade da criança, a alteração das suas necessidades, do seu nível de maturidade e/ou da sua situação legal aconselhem uma alteração da medida ou uma mudança de centro.
  • Quando, depois de se terem realizado todos os esforços possíveis, se chega à conclusão que a institucionalização não é a medida apropriada ou que a Casa do Pai não é o centro adequado, concluindo-se que outra medida ou outro Centro poderão permitir que se alcance os objetivos delineados no plano de intervenção individualizado.

Preparação para a saída da Casa do Pai

A saída da criança da Casa do Pai é considerada como um dos objetivos fundamentais do acolhimento. Esta preparação inicia-se desde a admissão e integra-se no plano de intervenção individualizado, não se tratando de um ato isolado, mas de todo um processo a desenvolver no decurso do acolhimento, procurando-se trabalhar com a criança, com a família e com a comunidade para se alcançar uma adequada transição para o contexto no qual se virá a integrar a criança. 

 Assim, a criança será preparada para as alternativas possíveis à Casa do Pai: viver com uma nova família (alargada, de adoção ou acolhimento), ou noutro tipo de instituição residencial, quando tal seja necessário para melhor responder às suas necessidades.

Neste trabalho, procuramos:

Dar a conhecer à criança, com a devida antecedência, a decisão acerca da sua saída da Casa do Pai e da consequente (re)integração noutro contexto.

Promover a autonomia da criança nos aspetos da sua vida quotidiana e contribuir para o aumento da auto-estima da criança. Proporcionar, também, modelos de identificação diferentes dos institucionais.

Preparar a criança através do treino das competências necessárias para a sua nova forma de vida. Esta preparação pode-se completar com o desenvolvimento de programas específicos de transição que permitirão que as crianças demonstrem as suas competências em situações reais.

Ajudar a criança a adquirir um sentido de continuidade da sua vida e a fazer projetos para o seu futuro fora da Casa do Pai. Conversar-se-á com a criança a saída e a necessária desvinculação do Centro, sempre que necessário, para que ela entenda o seu significado.

Implicar a família (biológica, alargada, de acolhimento ou adoção) ou os novos educadores, no processo de transição do Centro para o novo contexto vivencial. Preparar a família biológica para a reunificação, se a saída supõe o regresso a casa.

Tratar a saída da Casa do Pai como algo especial, como um acontecimento positivo na vida da criança. Pode ser adequada a realização de uma festa em que participem a criança e as pessoas significativas, como um símbolo da transição para uma nova fase da sua vida.

Proporcionar à criança a informação pessoal e familiar que possa necessitar no futuro, assim como os documentos necessários. Deve, também, levar consigo o seu Livro da História da Vida e todos os seus objetos pessoais.

Preparar e organizar os documentos, ações administrativas e legais necessárias.

Fazer com que a criança receba os apoios que a nova situação implique. Sempre que se justifique, realizar-se-á uma reunião com os serviços que continuarão a apoiar a criança, na qual serão dadas todas as informações pertinentes acerca do caso.

Sempre que possível e benéfico, acompanhar-se-á a situação da criança após a saída da Casa do Pai

Responsável de Estabelecimento: Dr.ª Fátima Mota

Fundação Bissaya Barreto
T: 239 800 429 | F: 239 800 410
Email: casapai@fbb.pt

Para se ser feliz não basta receber mais ou menos, é indispensável também dar, e dar ajudando, cooperando, contribuindo para o desaparecimento das causas de desarmonia, de desequilíbrio ou de injustiça, que dependam da nossa acção

Bissaya Barreto

Serviço Domiciliário de Coimbra

O Serviço Domiciliário de Coimbra é uma resposta social da Fundação Bissaya Barreto, em funcionamento desde 1990.

Missão

Prestar serviços de apoio domiciliário à população, dependente ou semi-dependente, da freguesia de Santa Clara (Coimbra), assegurando-lhe condições de vida dignas e cuidados essenciais que permitam, no respeito pela privacidade e individualidade, evitar ou retardar o mais possível a sua institucionalização.

Objetivos

Promover condições favoráveis à manutenção da autonomia e permanência do utente no seu contexto habitual de vida, garantindo cuidados básicos e apoio psicossocial essenciais para a promoção da sua qualidade de vida, do seu equilíbrio emocional, saúde e bem-estar.

Garantir respostas de proximidade e assistência adequadas às necessidades de quem nos procura, garantindo planos de cuidados personalizados.

Prevenir e combater a solidão e o isolamento, favorecendo sentimentos de interação, auto-estima e sociabilidade.

Acompanhar e estimular a reabilitação das capacidades físicas e cognitivas dos utentes.

Assegurar um suporte efetivo de apoio à Família – que por motivos de trabalho, distanciamento geográfico ou outros esteja impedida de prestar, ela mesma, cuidados de proximidade e assistência ao idoso ou pessoa dependente – garantindo qualidade e humanização dos serviços, prestados por equipa de cuidadores fortemente vocacionada e experiente.

Serviços

Prestação de cuidados de higiene e conforto pessoal.
Fornecimento e administração de refeições.
Administração de medicação prescrita e controlo de glicemia.
Tratamento de roupas.
Apoio psicossocial.
Orientação da vida da casa e higiene habitacional (arrumação e pequenas limpezas no domicílio, mudança de roupas, outros).
Pequenas reparações no domicílio.
Acompanhamento ao exterior (serviços públicos, consultas médicas e exames de diagnóstico, outros).
Aquisição de bens (alimentares, medicamentos e outros artigos de primeira necessidade).
Outros apoios de acordo com necessidades identificadas e capacidade de resposta do serviço.
Acompanhamento a atividades ocupacionais organizadas, de recriação e convívio.

Capacidade de atendimento

85 utentes

Documentos de Inscrição

Formulário de Inscrição (a fornecer pelo Serviço)
Cópia do cartão de cidadão (ou do BI e cartão de contribuinte)
Cópia do cartão de utilizador do Centro de Saúde
Cópia do cartão da Segurança Social, ADSE ou outro
Declaração médica comprovativa da atual situação de saúde, com um resumo do processo clínico
Cópia atualizada da declaração de IRS, ou caso não apresente esta declaração, cópia dos recibos de reformas, pensões de invalidez, pensões sociais de velhice ou outros rendimentos
Cópia do recibo de renda de casa
Comprovativo do gasto médio mensal em medicação (caso dos doentes crónicos)
Cópia do Cartão de Cidadão do Representante

 

Responsável Técnica: Dr.ª Paula Francisco

Quinta dos Plátanos
Apartado 7049, Bencanta
3046-901 Coimbra
T: 239 800 400
F: 239 800 410
Email: sdcoimbra@fbb.pt

O corpo fatiga-se, mas o espírito sobrevive e dá-nos a alegria de viver. Eu trabalho sobretudo para os outros e ser útil, saber que se é útil, é uma compensação íntima que é maior que todas as contrariedades correntes.

Bissaya Barreto

Centro Geriátrico Luís Viegas Nascimento

O Centro Geriátrico Luís Viegas Nascimento, inaugurado em 2005, é uma resposta social da Fundação destinada à residência permanente de cidadãos com mais de 65 anos. Localizado numa zona tranquila e privilegiada da Figueira da Foz, defronte ao mar e a poucos metros do Hospital Distrital da Figueira da Foz, as suas muito amplas e modernas instalações integram um espaço protegido de mais de sete hectares.

No quadro dos valores éticos e humanistas em que enforma a Fundação Bissaya Barreto, o Centro Geriátrico LVN foi concebido e está dotado dos melhores recursos para oferecer qualidade e dignidade de vida ao residente, garantindo o direito à sua individualidade e privacidade, saúde, conforto e bem-estar biopsicossocial.

Intervenção Multidisciplinar. Flexibilidade de Respostas.

Identificar as necessidades e vulnerabilidades físicas e cognitivas de cada residente, combater o processo gradual de desvinculação e isolamento social tantas vezes associado ao processo de envelhecimento, a dificuldade de adaptação a novos contextos, a perda de referências, são, a par da avaliação e acompanhamento clínico, vertentes matriciais que gizam o plano individual de intervenção multidisciplinar definido para cada residente, discutido e monitorizado diariamente nas suas vertentes, médica e de enfermagem, farmacológica, psicológica, nutricional, fitoterapêutica e social.

Dinâmicas de Reabilitação Sociais e Ocupacionais.

Visando prevenir e minimizar patologias, promover a reeducação motora e funcional e o desejável aumento da mobilidade e autonomia dos residentes, o Centro implementa dinâmicas de reabilitação, adaptadas aos distintos grupos funcionais: sessões de ginástica, exercícios de psicomotricidade, de relaxamento, treino e estimulação cognitiva. Sessões de musicoterapia, oficinas ocupacionais e programas culturais diferenciados são contributos valorizadores do processo contínuo de integração, relacionamento interpessoal e sociabilização. O residente pode e é estimulado a receber a sua família e amigos onde e quando desejar, convidando-os para partilhar refeições, uma agradável tarde de convívio ou passeio, para participar ou assistir a atividades desenvolvidas no/pelo Centro.

Instalações e Serviços

Todos os alojamentos possuem casa de banho privativa, aquecimento central, telefone, internet, televisão e mobiliário selecionados a pensar na máxima comodidade, higiene e conforto dos residentes. O quarto pode, a desejo do utente/família, ser redecorado com mobiliário particular.

Espaços comuns: amplo restaurante e sala de café, biblioteca, salas de convívio, serviço de estética e cabeleireiro, sala de recolhimento espiritual, ginásio e gabinete médico e de enfermagem.

O Centro integra uma Unidade de Medicina Física e Reabilitação, para tratamentos de fisioterapia.

O Centro assegura todas as refeições, tratamento de roupa, cuidados de higiene e limpeza, transporte próprio e infra-estruturas para rentabilização dos recursos e contexto ambiental de que privilegia a sua localização (circuito de manutenção externo, plataforma para usufruto da praia e outros complementos).

Capacidade de Acolhimento

77 residentes

Equipa Técnica

Responsável de Estabelecimento – Drª. Paula Marques
Clínica Médica – Dr. António Gomes da Silva
Gerontologia – Dr. Pedro Bastos
Enfermagem – Enf.ª Joana Santos / Enf.º Ivo Paiva
Farmacêutica – Dr.ª Maria Viegas Nascimento
Psicologia Clínica – Dr.ª Cristina Cunha / Dr.ª Anabela Gaspar
Musicoterapia – Dr. Jorge Felício
Animação Sociocultural – Lucília Reis / António de Jesus

 

Centro Geriátrico Luis Viegas Nascimento
Rua Fundação Bissaya Barreto – Gala

3090-703 Figueira da Foz

T: 233 408 500

Email: cglvn@fbb.pt

Violência Doméstica

Defendendo os princípios e valores que nortearam a obra social do Prof. Bissaya Barreto, em defesa e proteção dos direitos da criança e da mulher, a Fundação vem acumulando um histórico de intervenção pioneira e de experiência, no combate à violência familiar, acionando e promovendo em Portugal, ao longo de duas décadas, inovadores projetos de apoio àquelas que são as maiores vítimas da violência no seio das famílias, as mulheres e as crianças.

 

INTERVENÇÕES EM CURSO

Acolhimento/ Institucionalização

Desde 2000: Casa do Pai – Centro de Acolhimento Temporário para Crianças e Jovens em Risco, vítimas de abandono, maus tratos, abuso e negligência familiar.

Parcerias

Desde 2002: Grupo Violência Informação Intervenção Investigação (VIII) – espaço de debate, informação e sensibilização (www.violencia.online.pt) para a problemática da violência, partilha de experiências, organização de workshops e encontros científicos, identificação de novas e inovadoras respostas, como é o caso do Serviço de Violência Familiar (primitivamente criado no Hospital de Sobral Cid e recentemente integrado no Centro de Prevenção e Tratamento do Trauma Psicogénico do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra), ações de sensibilização e formação de profissionais da área da saúde e outras, para desenvolvimento de ações articuladas de prevenção e intervenção no combate à Violência.

A Fundação é co-fundadora do Grupo VIII que, atualmente, beneficia da parceria institucional de várias organizações de âmbito distrital e regional: Administração Regional de Saúde do Centro, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra/Centro de Prevenção e Tratamento do Trauma Psicogénico, Centro Distrital de Coimbra do Instituto de segurança Social, Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Coimbra, Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Coimbra, DIAP- Departamento de Investigação e Ação Penal de Coimbra, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, Fundação Bissaya Barreto, Gabinete de Apoio à Vitima de Coimbra, INEM- Instituto Nacional de Emergência Médica, Instituto de Medicina Legal.

 

HISTÓRICO DE INTERVENÇÃO

Projetos Institucionais e em Parceria

1995-1999: Projeto Comunitário de Apoio à Mulher e à Criança em Risco (em parceria com o Comissariado Regional do Norte da Luta Contra a Pobreza, o Centro Hospitalar de Coimbra e o Centro Regional de Segurança Social do Centro);

1995-2006: SOS MULHER – primeira linha, a nível nacional, dirigida à mulher. Atividade pioneira, assente em metodologias de intervenção inovadoras (atendimento telefónico e direto, serviço de apartado e correio eletrónico), possibilitou a criação de uma base de dados nacional, suporte de análise estatística rigorosa e fundamental no arranque do conhecimento/divulgação da problemática da violência doméstica;

1996-1999: Casa da Mãe – centro de acolhimento temporário para mulheres e seus filhos, em situações de risco sociofamiliar, vítimas de violência doméstica, abandono ou exclusão social.

1997-1999: Projeto Re-Nascer – Programa “Ser Criança” (em parceria com o CHC/Maternidade Bissaya Barreto). Ações de intervenção sistémica, nos domicílios de famílias-alvo, com crianças institucionalizadas, destinadas à melhoria de competências parentais, pessoais, relacionais, socioprofissionais e habitacionais, para reinserção/prevenção da institucionalização de crianças em risco familiar;

1997: Organização do 1º Encontro Nacional “Famílias em Risco – A Mulher vítima de Violência”;

1997-2001: Grupo ViDas – criação e coordenação de um grupo, pluridisciplinar, de trabalho (psicólogos, juristas, assistentes sociais, agentes de segurança, professores, médicos) promotor de uma rede institucional de intervenção articulada na área da violência doméstica;

1999: Contrato de Proximidade para a violência doméstica (o primeiro a nível nacional), celebrado com o Ministério da Administração Interna, subscrito por todas as entidades pertencentes ao Grupo ViDas;

1999-2000: Projeto Re-Formar –Programa Integrar / Medida 4. Projeto constituído por 2 Ações; a primeira dirigida a mulheres em situação de risco (Casa da Mãe e beneficiárias do Rendimento Mínimo Garantido), com o objetivo de melhorar competências (Noções Básicas de Saúde, Direitos e Deveres do Cidadão Artes Domésticas, Relações Interpessoais e Formação Escolar Básica). Completava esta Ação, um estágio pré-profissional acompanhado. A segunda Ação – Curso Famílias em Risco – dirigida a 25 técnicos, teve a duração de 128 horas de formação em sala.

1999-2006: Criação do Curso “A institucionalização de crianças em Risco” (anual) / Centro de Estudos e Formação da Fundação Bissaya Barreto.

2001-2002: Criação de pós-graduação em “Intervenção em contextos de violência familiar” / Instituto Superior Bissaya Barreto.

2003-2005: Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Coimbra. A Fundação Bissaya Barreto assumiu o primeiro mandato na presidência desta comissão, tendo sido responsável pela sua implementação, formação de técnicos, definição de metodologias de intervenção, promoção de ações de cooperação inter-institucional formais e informais, criação de instrumentos de trabalho, acompanhamento e supervisão de situações de crianças em perigo, sinalizadas à comissão;

2004: Observatório sobre a Violência Doméstica. II Plano Nacional Contra a Violência Doméstica. Convidada pela Estrutura de Missão Contra a Violência Doméstica, a Fundação integrou e participou no Observatório, na qualidade de representante das instituições da região centro, para o que foi eleita por unanimidade;

2004-2005: Formação na Área da Violência Conjugal / Centro de Estudos e Formação da Fundação Bissaya Barreto.

2005-2006: Criação de pós-graduação em “Desenvolvimento Parental” / Instituto Superior Bissaya Barreto.

2006: Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica de Viseu – protocolo celebrado com o Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, Estrutura de Missão Contra a Violência Doméstica, Governo Civil de Viseu e Centro Distrital de Segurança Social de Viseu, para formação de técnicos e supervisão de situações de violência doméstica sinalizadas.

 

Contactos: Dr.ª Fátima Mota (fatimamota@fbb.pt)

Bolsa de Apoio Social ñdesistas – Ensino Superior

A Bolsa de Apoio Social ñdesistas – instituída pela Fundação Bissaya Barreto em 2013 – é um subsídio mensal, de natureza pecuniária, atribuído a alunos portugueses, a frequentar estabelecimentos de ensino superior de Coimbra, públicos ou privados, com aproveitamento escolar, que se encontrem em risco de desistir da sua formação académica, comprovadamente, por razões de carência financeira.

Esta bolsa visa contribuir para custear, entre outras, as despesas de alojamento, alimentação, transporte, material escolar.

Para efeitos de candidatura, os estudantes interessados deverão consultar o Regulamento e, caso reúnam as condições previstas, deverão apresentar-se a concurso, seguindo as regras e prazos aí considerados.

ver site ñDesistas

SOS Pessoa Idosa

A violência contra pessoas idosas é um fenómeno social preocupante pelo crescente número de casos identificados. 

No âmbito do programa SOS PESSOA IDOSA, a Fundação Bissaya Barreto desenvolve um conjunto de actividades de combate e de prevenção da violência contra a pessoa idosa.   

Ofensas verbais, agressões físicas e psicológicas, abuso sexual, controlo financeiro, abandono e negligência, praticados no seio da família, não são muitas vezes denunciados pelas vítimas, o que dificulta grandemente a possibilidade de intervenção pelos órgãos competentes.

Reconhece-se que as vítimas têm dificuldades em denunciar a violência a que estão sujeitas por motivos familiares.

Tratando-se de um tema delicado, por envolver a família, consideramos que o seu tratamento requer especial atenção e cuidado, na salvaguarda do superior interesse da pessoa idosa. 

 Pretendemos prestar o mais adequado e próximo apoio, apelando-se à consciência social e ao espírito de cidadania. 

Para saber mais sobre o projeto SOS PESSOA IDOSA consulte:

www.sospessoaidosa.pt